Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Gato Pardo

Para quem não conhecia, saiam enquanto é tempo...Para quem já conheceu, puxem duma cadeira...Vem aí a versão 2.0...

Porque não?

Não me considero uma pessoa altruísta. Talvez seja defeito de carácter mas não vou dourar a pílula. Sou o que sou.

Hoje por motivos pessoais dirigi-me ao fim do dia a uma das maiores superfícies comerciais de Lisboa. Fiz o que me levou lá e contra toda a réstia de bom senso que ainda possuo, saí e fui fumar um cigarro.

A meio do terceiro bafo, dou-me conta de uma senhora acompanhada de uma menina que não devia ter mais de 6,7 anos. Roupas algo gastas, olhares pregados no chão, mão estendida, frio. Tanto frio ao ponto das mãos da senhora não terem qualquer réstia de cor. Não foi preciso juntar 2+2 para concluir que a senhora estava a pedir alguma generosidade dos transeuntes. Aquilo cortou-me o coração. A mim, que tenho um bloco de gelo no local onde outrora batia algo.

Deixei o meu cigarro a meio e dirigi-me na sua direcção. Aos poucos, o seu olhar encontrou o meu. Meio assustado, meio tímido, meio expectante. Ajoelhei-me e perguntei à pequena...

- Olá. Como te chamas?

Ela olhou para a mãe na procura de aprovação para falar com o estranho que estava à sua frente, a qual obteu com um aceno de cabeça por parte da mãe.

- Vanessa - retorquiu ela.

- Que bonito nome, Vanessa. Sabes, está muito frio aqui fora. Será que a tua mãe e tu não querem beber algo quente lá dentro? - questionei.

- Podemos, mãe? - perguntou ela com um brilho nos olhos que só uma criança tem.

Uma vez mais a mãe acenou em sinal de concordância, embora desta vez com muito mais renitência. Não esperava reacção diferente. Afinal de contas, um completo estranho convida ambas a tomar algo quente quando se calhar haviam passado ali horas a fio sem que sequer meia dúzia de pessoas tivesse dado conta da sua presença ali ao frio gélido.

Dirigimo-nos ao café mais próximo e sentámo-nos.

- Gostas de chocolate quente, Vanessa? - perguntei.

- Sim, e a minha mãe também. - disse ela com o primeiro sorriso que lhe havia visto desde que as abordei lá fora.

A mãe mantinha o silêncio. Não a censuro. No lugar dela, possivelmente teria agido da mesma forma.

- Seja então. Chocolate quente para todos! - disse.

Enquanto bebíamos o chocolate em silêncio (embora ambas com satisfação, era notório), esse mesmo silêncio foi quebrado pelas primeiras palavras da mãe.

- Posso fazer uma pergunta? - questionou.

- Claro. Diga. - retorqui.

- Porquê? - disse com ar curioso

- Porque não? - retorqui com um sorriso.

Simplesmente sorriu de volta. Percebeu exactamente o alcance da minha questão/resposta. Porque é que não devemos auxiliar aqueles que por uma razão ou outra de momento são menos afortunados que nós com um gesto tão minimalista como um chocolate quente numa tarde gélida?

De repente, a Vanessa meteu-se no meio da conversa.

- Porque é que tem o cabelo comprido? Isso não é coisa de meninas?

- Eu gosto. Achas que me fica mal? - perguntei com um sorriso.

- Não, eu gosto!

E num ápice abre a mochila que trazia com ela, tira de lá uma bandolete roxa e entrega-ma.

- Toma. Sabes, é para o cabelo não lhe ir para os olhos... - disse.

Não consegui evitar o maior sorriso do dia.

- Sabes Vanessa, era exactamente disto que estava a precisar. Muito obrigado. Vou guardá-la para sempre com muito carinho...

Acabámos o chocolate quente e após a mãe (nunca cheguei a saber o nome da senhora, não era de todo relevante) ter agradecido o gesto, estendi-lhe a mão. Ela ao cumprimentar-me, fiz-lhe chegar uma pequena "oferenda" dobrada em quatro partes.

- Não sei a sua história, as suas dificuldades ou o que a leva a enfrentar o frio gélido do dia de hoje. No entanto, não sou indiferente ao sofrimento alheio. Desejo a ambas tudo de bom.

E ambos seguimos caminhos distintos.

E a questão permanece. Porque não? Porque é que fingimos não ver o sofrimento alheio que está à vista de todos? Porque não perder algum do nosso tempo e dar a mão a algumas pessoas que por qualquer infortúnio da vida, se vêm na iminência de pedir alguma bondade?

Não fiquei mais pobre por pagar dois chocolates quentes a duas desconhecidas. Julgo até que saí enriquecido desta experiência. Não sou tão frio quanto pensava.

 

Back to school. Kind of...

Question.

O que leva um ex aluno voltar ao seu estabelecimento de ensino preferido passados 15 anos?

Respostas possíveis.

- Uma garrafa de absinto que foi enterrada nas imediações do jardim na altura o que levando em conta a capacidade de envelhecimento do álcool, seria merecedora de ser desenterrada com pompa e circunstância.

- Uma piela ciclónica de classe 5, possivelmente por causa da dita garrafa de absinto. O único problema é que a garrafa está enterrada dentro das instalações, o que anula por completo esta hipótese.

- Ter um amigo que trabalha na secretaria do dito estabelecimento e nunca se recusa um café de borla (e uma visita guiada ao sítio onde se foi tão feliz durante 3 anos de pseudo ensino).

Primeiro que tudo, o próprio edifício mudou. Tipo, 3/4 dele foi demolido com uma bola de demolição, gruas e afins e construído algo mais sui generis. Ou seja, tirando a escadaria principal tudo o resto me era desconhecido. Chego à entrada, sou barrado por uma senhora. Perguntam-me ao que venho. Ocorreu-me dizer algo do género "se o vosso café é tão bom como 15 anos atrás, fiz 60kms só para ter o prazer de me vomitar todo mas bateu aquela saudade da moagem ranhosa..." ou "o refeitório ainda afirma servir peixe com ar de um ET que levou com uma sonda anal durante 3 dias consecutivos?" mas fiquei-me pelo "assuntos de secretaria". Toca a deixar identificação e número de telemóvel e tentar descobrir onde raio ficava a secretaria. Senti-me um verdadeiro Jack Sparrow. Não por ir a cambalear, ter uma fala arrastada ou abrir caminho pelos estudantes à espadeirada. Simplesmente porque encontrar aquela maldita sala foi pior que uma caça ao tesouro. Ah, e sim, encontrei dois professores do meu tempo (um deles fiquei com a nítida sensação que vi o horror estampado no rosto dele, o que significa que houve contacto visual com a minha pessoa...).

Devo admitir que os putos nesta escola têm hoje em dia condições com as quais a gente nem sequer sonhava nos sonhos mais eróticos. Acesso à net nos corredores via ecrãs tácteis? Very chic, indeed.

Passados 10 minutos, muita volta (Ok, admito. Fui bisbilhotar cada centímetro quadrado daquilo) e reviravolta lá dei com a secretaria. Bebi o café com o meu amigo e encaminhei-me para a saída. Despedi-me da senhora à saída e parei por breves momentos. Não pude deixar de sentir alguma nostalgia do espaço antigo, tal como eu me recordava. Foram 3 anos de memórias que de repente senti algo perdidos, como uma frase que define a tua vida mas que não consegues contextualizar devidamente por falta do palco onde sempre se inseriu.

Fiquei com uma sensação estranha na alma. A modernização toldou o romantismo da imagem que detenho.

Brian Griffin foi com os porcos...

Porra...

E agora, quem é a personagem que vai ter uma réstia de humor intelectual naquela mixórdia do Family Guy?

Vou ter de começar a ver o Cleveland Show?

O American Dad?

F*ck you, Seth Macfarlane...Para ti é igual. És tu que produzes as três séries...Raios parta!

Quando quem vende não pesca um bacalhau, mais vale ir beber café...

Hoje percebi qual a minha real dificuldade na escolha de um tablet de jeito.

É perceber mais daquela m*rda do que as pessoas que os vendem. Senão vejamos...

- Um gato entra na Loja da Apple no Fórum Almada. Dá uma vista de olhos aos Ipad's. Giros. Ok, quais as diferenças entre uns e outros? Olho em redor. Dois funcionários a galarem o traseiro de uma rapariga que lá estava. Ok, de 0 a 10 o respectivo traseiro valia um sólido 7. Espero uns minutos a ver se algum deles se acabava de masturbar mentalmente mas nada. Começo a vasculhar os ditos equipamentos. Posso dizer que em cerca de 5 minutos encontrei fotos alheias (por incrível que pareça, as pessoas experimentam tirar fotografias mas esquecem-se por completo de as apagar à posteriori), vasculhei as redes wi fi disponíveis, mandei um mail a fazer a minha encomenda de café para a Nespresso (o que é pura preguiça, visto que a loja fica no primeiro andar...), apaguei o respectivo e teria sido facílimo ficar com os contactos de mail de meia dúzia de gajas que fizeram a mesma coisa. Ah, e passei 3 níveis do Angry Birds. Depois desta galhofa toda, dirigi-me ao balcão e perguntei se o modelo Ipad 2 com Wi Fi e 4G tem mais capacidade de memória do que 16 gigas. A resposta? Eles pelos menos não têm. Olha, f*da-se...Se a casa mãe não tem, vou aonde? Ao Martim Moniz aos indianos?

- Um gato entra na Worten. Parecia o fim do mundo em cuecas. Quer dizer, espero que aquele maranhal de gente que lá estava tivesse cuecas vestidas, pelo menos os gajos. Sou um gajo muito visual e isso é coisa para me causar uma paragem cardíaca. Mesma situação. Coloquei a mesma questão a um empregado. Foi averiguar. Pessoalmente acho que ele apanhou o primeiro avião para Tóquio. É que nunca mais o vi. Logo, decidi brincar mais um bocadito. Mais uns minutos de jogatana inofensiva, criar umas quantas entradas de agenda tipo "dia 27, consulta de proctologia" ou "Elefante Branco, Marise Lucineide, 300 euros", mais vasculhar de fotos em memória. Surpresa, carradas de fotos de pessoas. Sério, será que esta gente não está ao corrente do significado da opção delete?

- Um gato entra na Fnac. Nem me dei ao trabalho de vasculhar. Estava demasiado cansado. Perguntei apenas a informação que pretendia. Não tinham a certeza mas achavam que o dito modelo com mais de 16 gigas por agora não está disponível na Tugolândia. Ok, seja.

- Um gato vai ao Starbucks. Pede um café. Senta-se. O gajo ao lado tem um Ipad 2. Questionei-o sobre uma série de dúvidas. Tive todas as respostas que pretendia.

Irónico, não?

A teoria grega do "dedus salutaris"

 

Sou o orgulhoso possuidor de um dedo médio (mais conhecido até como o Pai de Todos) altamente tonificado bem como respeitado pelos restantes quatro dedos da mão (não se curvassem eles quando o dito decide dar azo à sua opinião).

Quem se dá ao trabalho de me ler (atenção, não confundir com quem diz que lê, são duas espécies diferentes de pessoas. Uns são efectivamente malucos da mioleira que eu adoro, os outros adorariam sê-lo mas a hora do xixi cama não permite mais do que ver o canal Disney, comer os cereais e agarrarem-se ao Winne the Pooh de peluche) já sabe de antemão que tenho uma severa incontinência verbal (a urinária há de chegar mas por ora ainda estou safo). Os anos (e a chegada dos cabelos brancos) limaram algumas arestas da minha personalidade e a mais importante talvez tenha sido a despreocupação abismal das consequências de mandar alguém à m*rda. Sim, little ones. Mandar alguém à m*rda é muito feio. Don't try this at home. Mas mais feio é mesmo o arrependimento de não mandar alguém à m*rda quando merecido. E porque não? Porque fica mal? Porque é linguagem grosseira? Porque a vossa bisavó está ali ao lado e pode-lhe dar um fanico? Porra, pode-lhe dar um fanico na mesma a ver a Casa dos Segredos...

Gosto da hipocrisia das subtilezas do ser humano. Epá, não vou dizer isto porque depois sabe-se lá o que as pessoas vão pensar de mim. Pois, porque as pessoas são fantásticas a julgar os outros.

Exibo neste preciso momento uns fantásticos 36 anos, 1m75cm e 71 kgs de "i really don't give a flying, walking, driving or sailing f*ck...".

Nem sempre foi assim. O que significa que perdi anos de vida, cigarros fumados, café consumido e alcoolemia ingerida baseada numa forma de estar errada. Let's face it, o mundo não é simpático para com aqueles que dizem as coisas como elas são. Daí a expressão "paninhos quentes". Também se perde muita gente pelo caminho que não têm estrutura mental para lidar com as verdades que negam a eles mesmos. Tenho pena dessas pessoas. Ou então não. Penas têm as galinhas. Grow up.

Anos atrás alguém me disse a seguinte frase...

"Vive de acordo com a tua vontade. No dia que te sujeitares a vontades alheias, you're as good as dead. Ninguém muda por imposição. Apenas por cedência ou fraqueza. Uma é válida, a outra é cobardia."

Foi o canto do cisne. A consequência foi torcer o pipo ao cisne... Era verdade, não gostei de ouvir mas foi um abrir de olhos.

Voltando ao busílis da questão, a minha personalidade é o perfeito exemplo do "dedus salutaris". Se é para mandar à m*rda, seja. Done. Um dia quando tiver mais uns anos no lombo não quero acordar e arrepender-me de não ter mandado à m*rda quem merecia. O arrependimento mata. E embora eu tenha 7 vidas ( e já não me restam todas visto que já hipotequei umas quantas), não quero viver as restantes a pensar no que devia ter feito. Quero viver a pensar naquilo que ainda desejo fazer. E isso inclui ainda mandar muita gente à m*rda. Porque a minha maneira de ser além de sui generis, não é bem vista aos olhos de tanta gente.

Hipocrisia, manipulação, jogos de espelhos, sombras e meias palavras?

Bla, bla, bla...Conheço essa m*rda de ginjeira...

O Brasil é por ali, não é?

 

E não é que é mesmo?

Nunca pensei vir a escrever um post sobre o puto. Mas a verdade é que ontem o gajo destruiu tudo e todos que lhe apareceram pela frente.

E citando alguém na zona das flash interviews...

És o melhor do mundo, c*ralho!!!

Jogos de aparências

Já no término do meu dia recebi um telefonema. Amiga de longa data chega de viagem de longo curso.

- Café?

- Claro, miúda. Isso não se pergunta. Terminal 1?

Aeroporto de Lisboa. O pior sítio possível para beber café. Não só porque o café é de qualidade muito dúbia mas os preços são escandalosamente elevados. Muito cansaço acumulado, muita conversa colocada em dia.

- Olha, lembras-te daquela teoria que partilhei contigo uns anos atrás? - perguntou ela.

- Sim, a famosa lenda do "se aparento ser mais que tu, certamente sou mais que tu"...

- Vou-te provar que é mais que uma teoria.

E num movimento agarrou-me pelo braço e encaminhou-se para uma mesa onde duas hospedeiras de bordo conversavam alegremente.

- Peço desculpa por interromper as meninas mas eu e o meu amigo gostávamos de colocar uma pequena questão. Assim do nada, qual de nós os dois vocês diriam que tem mais sucesso na sua vida?

Era uma questão perdida à partida. Ela com o seu conjunto Ana Sousa, maquilhagem impecável e sandália de salto agulha e eu de calças de ganga, sweat shirt e ténis confortáveis. No win situation...

Existiu um ligeiro momento de hesitação (provavelmente a acharem que aquilo era a pior frase de engate de uma lésbica e o seu wingman) mas a resposta lá saiu.

- Você, sem dúvida. É mais que notório... - respondeu uma delas.

- Sim, concordo. - anuiu a outra.

Sorri.

- Sim, acabaste de provar o que sempre disseste. - disse.

- Obrigado, meninas. Desfrutem do vosso super dispendioso café e peço desculpa por interromper a vossa conversa.

Voltámos para a nossa mesa.

- Convencido? - questionou.

- Mas para quê tentares convencer-me de algo que eu já sei desde os primórdios da humanidade? Se as aparências e a ostentação dão a entender algo, é certo e sabido que a balança inclina 99% das vezes para esse lado. Estivesse eu de fato e gravata e tu de roupa casual e a resposta penderia sempre para o lado do que os olhos comem.

- Sim, mas é um conceito errado.

- Claro, querida. Mas o universo por estes dias não joga pelas nossas regras. E pelo que conheço de ti, nenhum de nós joga pelas dele. Senão seríamos iguais às duas meninas a quem fizeste um pequeno inquérito de esplanada. E não somos.

Passados uns momentos despedi-me da minha amiga e fui à minha vida. Fiquei a matutar nesta questão do quanto a ostentação influencia as relações e a forma de estar das pessoas. Se o sucesso fosse transversal ao guarda roupa e jóias que ostentamos, então haveria muita gente cuja alma já estava mais que penhorada. Eu tenho ouro? Tenho. Ostento-o? Não. A maioria foi herdado e está guardado em cofre bancário, não num balcão de discoteca ao pescoço de uma gaja com mamas 52. Passei mais de uma década aprumado, fatinho engomado, gravata alinhada, sapatinho engraxado. Portanto, um gajo de sucesso, pelos parâmetros das duas meninas questionadas hoje. Só me recusava era a alinhar o cabelo. Essa sempre foi imagem de marca. Ia comer a tascas, falava alto e verbalizava os maiores impropérios que me davam na gana bem como tinha amigos de todas as classes etárias. Agora que estou na minha fase de casual clothing, curiosamente não aparento ser um gajo de sucesso mas acho que nunca fui tão bem sucedido nos meus projectos como agora. Os fatos estão guardados, as gravatas idem e os sapatos continuam a estar engraxados. Sim, porque um sapatinho engraxado e confortável no pé é sempre bom. Ah, e o cabelo nunca esteve tão rebelde e com uma personalidade tão vincada como agora. Coincidência ou não, mandaram-me um vídeo que cai que nem uma luva neste post. A uma mulher é-lhe oferecida boleia por um gajo num carro sobejamente modesto. Recusou. Ar de desdém. 15 minutos depois, aparece um amigo do primeiro num descapotável ainda a cheirar a novo. Acham mesmo que a reacção foi a mesma? Não, não achem. Claro que entrou. Durante 30 segundos que foi o tempo que o gajo demorou a explicar que o amigo dele tinha passado 15 minutos antes com a atitude dele e ela mandou-o plantar nabos. Os mesmos nabos que ela foi apanhar ao ser corrida do carro.

Enquanto as pessoas não olharem para além do bling, do 2.5 Turbo Diesel e do Iphone de última geração não se passa da cepa torta.

As posses e aparências não definem as pessoas. Mas demonstram muito sobre aqueles que lidam contigo baseado nelas.

Pág. 1/2

Uma caixinha catita que permite pesquisar as entranhas dos últimos anos de posts. Muito útil, principalmente porque nem eu já me lembro de metade do que escrevi...

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Calendário

Novembro 2013

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

Licença

Licença Creative Commons
Este obra para além de estar razoavelmente bem escrita (se assim não fosse, não havia tanta gente a plagiá-la), está também licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D